Aptidão Melífera e Apícola
dos Eucaliptos
Os eucaliptos são capazes de produzir ricas floradas. São
flores com muitas anteras, muito pólen e muito néctar.
Elas são muito apreciadas pelas abelhas e rendem saboroso,
nutritivo e abundante mel. Por essa razão, onde se plantam
florestas de eucaliptos, sempre temos a apicultura associada
de alguma forma. Há muitos apicultores que fazem
parcerias com as empresas reflorestadoras, produzindo mel
e com isso, aumentando a atratividade produtiva e econômica
da floresta plantada. Muitas empresas de base florestal
produzem mel em parceria e o utilizam em seus programas
de cunho social, beneficiando as comunidades com as quais
se relacionam. Há espécies e clones que produzem muitas
flores, há outras que já produzem menos. É conhecido o
fato de que no Brasil o Eucalyptus dunnii produz
poucas flores e sementes. Por isso, é menos indicada para
a finalidade apícola. Já o híbrido E.urograndis produz
muitas flores, especialmente quando plantado a partir de
mudas de sementes. Os plantios clonais, por conduzirem
a florestas muito mais uniformes e de copas pequenas, tendem
a produzir menos flores, mas há clones que se destacam
em produzir mais flores e outros menos. Algo que também
pode ser avaliado nos programas de melhoramento florestal. A
ESALQ - Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz
da Universidade de São Paulo possui um programa de pesquisas
voltado à produção de produtos não madeireiros das florestas
de eucaliptos. É o TUME - Teste de Uso Múltiplo de Eucalyptus,
que pode ser acessado a partir dos endereços:
http://www.tume.esalq.usp.br
http://www.gfmo.esalq.usp.br/projetos.htm
Visitem para conhecer mais sobre o TUME o noticioso da
ESALQ : http://www.esalq.usp.br/destaques.php?id=116.
Diversas são as fontes de informações sobre a
aptidão apícola dos eucaliptos, sendo que a seguir estamos oferecendo
alguns euca-links para que vocês possam incrementar seus conhecimentos
sobre essa importante atividade da eucaliptocultura:
http://www.agrobit.com/Info_tecnica/alternativos/apicultura/AL_000012ap.htm (Espanhol)
http://www.culturaapicola.com.ar/apuntes/floraapicola/aptitud%20melifera%20del%20eucaliptus.pdf (Espanhol)
http://www.inta.gov.ar/concordia/info/indices/tematica/cd-manual-prod-eucaliptos/25.pdf (Espanhol)
http://www.sada.org.ar/Articulos/Tecnicos/polinizacion_eucaliptus.htm (Espanhol)
http://www.remade.com.br/revista/materia.php?edicao=75&id=393 (Português)
http://www.scielo.br/pdf/cta/v22n2/a07v22n2.pdf (Português)
http://www.naturlink.pt/canais/Artigo.asp?iArtigo=139&iLingua=1 (Português)
http://www.febraban.org.br/Arquivo/Servicos/Eventoscursos/Semark_atendbanc/palestras/
S%E9rgio%20Marnio%20Gandra%20Vaz.pdf (Português)
http://www.iac.sp.gov.br/bragantia/volume/5901/1078.pdf (Português)
http://www.bracelpa.org.br/br/social/pdfsocial05/03_cap2.pdf (Português
e Inglês)
http://www.aracruzcelulose.com/doc/pdf/publicacao_050423.pdf (Português)
http://www.veracel.com.br/web/pt/outros/noticias0006.html (Português)
http://sbrt.ibict.br/upload/sbrt233.pdf (Português)
http://www.tume.esalq.usp.br/simp/arquivos/edimilsonbitti.pdf (Português)
www.alpa.org.ve/ojs/include/getdoc.php?id=79&article=42&mode=pdf (Português)
www.alpa.org.ve/ojs/include/getdoc.php?id=87&article=50&mode=pdf (Português)
http://www.ipef.br/publicacoes/scientia/nr29/cap01.pdf (Português)
http://calvados.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/alimentos/article/view/1159/960 (Português)
http://www.ial.sp.gov.br/publicacao/revista/2003/n1/63.pdf (Inglês)
http://www.ial.sp.gov.br/publicacao/revista/2003/n1/64.pdf (Inglês)
http://www.parliament.vic.gov.au/enrc/inquiries/old/enrc/unff/report/util3-06.htm (Inglês)
http://web.uniud.it/eurbee/Proceedings/quality%20control%20residues.pdf (Inglês)
http://www.alimentosargentinos.gov.ar/miel_comisiones/COMISIONES/honey_book-Alberta_Canada.pdf (Inglês)
http://www.coford.ie/iopen24/pub/pub/Reports/NWFP.pdf (Inglês)
http://www.deh.gov.au/biodiversity/invasive/publications/bees/pubs/honeybees-overview.pdf (Inglês)

Genômica em Eucaliptos
Existe
muito esforço a nível de pesquisa para se conhecer
mais o genoma dos eucaliptos. Afinal, são os seus genes
que potencializam as suas qualidades. O conhecimento do código
genético dos eucaliptos e o uso de ferramentas simples
para a identificação de genes desejáveis
permitirá uma velocidade muito maior nos programas de
melhoramento genético. Há esforços sendo
feitos no Brasil, África do Sul, Portugal e Chile, dentre
outros. Evidentemente, existe muita sobreposição
no que vem sendo feito, mas essas pesquisas estão bastante
avançadas. A manipulação de genes via engenharia
genética também tem sido uma ferramenta que vem
sendo investigada a nível de pesquisa. A engenharia genética,
desde que praticada dentro de critérios de bioseguridade,
pode ser uma ferramenta interessante ao melhoramento genético.
Entretanto, ela precisa ser introduzida com muito cuidado pelos
especialistas, caso esse seja o caminho escolhido. Isso porque
os eucaliptos se cruzam com muita facilidade, se hibridam e com
isso os seus genes não respeitam fronteiras geográficas,
quer seja de propriedades rurais, como de regiões e de
países. No Brasil, ganharam destaque as parcerias entre
governo, universidades e empresas privadas para seqüenciar
o genoma do eucalipto e associar esse seqüenciamento com
expressões
fenotípicas das árvores, das madeiras e de suas
utilizações. A nível mundial, após
o congresso organizado pela IUFRO em Hobart/ Austrália,
diversos pesquisadores do assunto se juntaram para a formação
de um consórcio para troca de experiências e de
conhecimentos nesse campo de pesquisa avançada em genômica.
O consórcio abriga cientistas do Brasil, Austrália,
Japão, USA, Portugal, Espanha, França, África
do Sul, Bélgica, etc. Para conhecer mais sobre isso tudo,
dêem uma navegada nas referências a seguir:
http://www.ieugc.up.ac.za (Inglês)
http://www.ieugc.up.ac.za/founding_meeting.htm (Inglês)
http://www.edpsciences.org/articles/forest/pdf/2002/05/23.pdf?access=ok (Inglês)
http://www.ars-grin.gov (Inglês)
http://www.ipef.br/melhoramento/genoma/english.asp (Inglês)
http://www.funpecrp.com.br/gmr/year2004/vol3-3/gmr0109_full_text.htm (Inglês)
http://www.nature.com/omics/subjects/genomesequenceandanalysis/index.html (Inglês)
http://www.nature.com/omics/index.html (Inglês)
http://dendrome.ucdavis.edu (Inglês)
http://www.genesis.co.nz/Press_Releases/News_Article.php?id=38 (Inglês)
http://www.ipef.br/melhoramento/genoma/pdfs/schmidt98.pdf (Inglês)
http://www.cenargen.embrapa.br/laboratorios/LIMPP/PDFs/01.pdf (Inglês)
http://www.ces.ncsu.edu/nreos/forest/feop/Agenda2004/iufro_genetics2004 (Inglês)
http://www.csir.co.za/plsql/ptl0002/PTL0002_PGE100_LOOSE_CONTENT?
LOOSE_PAGE_NO=7009843 (Inglês)
http://www.csir.co.za/websource/ptl0002/pdf_files/nre/2006/forestry.pdf (Inglês)
http://www.cenargen.embrapa.br/pre-melhoramento/Por/prog_por.htm (Português)
http://www.cenargen.embrapa.br/palestras/21102006/21102006_001.pdf (Português)
http://www.cenargen.embrapa.br/palestras/19102006/19102006_011.pdf (Português)
http://www.cenargen.embrapa.br/publica/trabalhos/fn2004/arquivos/23110401.pdf (Português)
http://www.cenargen.embrapa.br/publica/trabalhos/cot091.pdf (Português)
http://www.cenargen.embrapa.br/palestras/18102006/18102006_002.pdf (Português)
http://www.cenargen.embrapa.br/publica/trabalhos/cot121.pdf (Português)
http://www.genmelhor.ufv.br (Português)
http://www.ipef.br/melhoramento/genoma (Português)
http://lcf.esalq.usp.br/lrgfb/arvores.pdf (Português)
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11144/tde-08032006-141346 (Português)
http://ftp.mct.gov.br/especial/genolyptus.htm (Português)
http://ftp.mct.gov.br/especial/genolyptus3.htm (Português)
http://ftp.mct.gov.br/especial/genolyptus4.htm (Português)
http://ftp.mct.gov.br/especial/genolyptus5.htm (Português)
http://www.lge.ibi.unicamp.br/eucalyptus (Português)
http://www.ufv.br/dbg/bio240/GenolyptusGuilherme42102.htm (Português)
http://inventabrasilnet.t5.com.br/heleuca.htm (Português)
http://atlas.sct.embrapa.br/pdf/cct/v21/v21n1_11.pdf (Português)
http://www.biotecnologia.com.br/biochat/viewchat.asp?id=7&data=06/10/2003 (Português)
http://www.inta.gov.ar/ediciones/idia/forest/genetica12.pdf (Espanhol)
http://www.inta.gov.ar/ediciones/idia/forest/genetica01.pdf (Espanhol)
http://www.inta.gov.ar/bellavista/info/documentos/forestales/03%20-%20
Taller%20de%20Biotecn.%20Mejoram.%20Forest..pdf (Espanhol)

Estudos
de Impactos Ambientais de Modernas Linhas de
Fibras de Celulose
Tem
ficado cada vez mais freqüente a disponibilização
de estudos de impactos ambientais de empreendimentos de produção
de celulose e papel na web. As empresas querem uma aproximação
e uma transparência maior com a sociedade, bem como
as exigências das partes interessadas é cada
vez mais pronunciada. O resultado disso é que todos
podemos aprender muito com as valiosas informações
sobre os processos produtivos de celulose e papel e seus
impactos sobre os meios físico, biológico,
social e econômico. Em uma recente Eucalyptus Newsletter
apresentamos diversos estudos de impactos ambientais de modernas
novas fábricas de celulose de mercado em instalação
no Uruguai. Vocês podem voltar a ler nossa Eucalyptus
Newsletter de número 04 e ver os estudos ambientais
sobre as empresas Botnia, ENCE e a consolidação
dos impactos acumulados dessas duas empresas, já que
ambas eram previstas serem construídas muito próximas
uma da outra. A situação naquele país
mudou um pouco. A empresa Botnia continua a construir sua
fábrica de celulose branqueada de mercado de eucalipto
em Fray Bentos e a empresa espanhola ENCE decidiu relocá-la e ampliá-la,
por isso, novo estudo de impacto ambiental deverá ser
feito. É interessante mencionar que o estudo de impacto
ambiental cumulativo exigido pelo IFC - International Finance
Corporation, entidade do Banco Mundial que apoiará financeiramente
os empreendimentos, e realizado pelas empresas Malcolm Pirnie & Pacific
Consultants, foi reavaliado pela empresa canadense Hatfield.
Essa empresa canadense teve a missão de encontrar
possíveis fraquezas e sugerir eventuais oportunidades
de melhoria ao estudo anterior, que foi então considerado
um draft e não mais um estudo definitivo. Posteriormente à apresentação
do estudo da Hatfield, novo estudo foi realizado para avaliar
essas sugestões e redefinir um novo estudo de impacto
ambiental cumulativo. A empresa EcoMetrix do Canadá teve
essa missão e a realizou com um grupo de especialistas
internacionais. Tanto o relatório elaborado por Hatfield,
como pela Ecometrix estão disponibilizados para sua
leitura. Vale a pena se inteirar sobre esses estudos, pois
eles poderão ser úteis a qualquer novo empreendimento
do setor de celulose de mercado, em qualquer lugar do mundo.
Vamos então pela ordem:
Relatórios
originais e cumulativos de Impacto Ambiental das empresas Botnia
e ENCE: entrar na Eucalyptus Newsletter
de número 04
e localizar os euca-links desses relatórios e outras informações
sobre as empresas em http://www.eucalyptus.com.br/newspt_may06.html#sete .
Entre
opcionalmente no website do IFC - Banco Mundial para
a versão atualizada do relatório de impactos cumulativos em: http://www.ifc.org/ifcext/lac.nsf/Content/Uruguay_Pulp_Mills_CIS_Final .
É muito
válido também percorrer o relatório da empresa Botnia (projeto
Orion), também disponível no website do IFC em http://www.ifc.org/ifcext/lac.nsf/Content/Uruguay_PulpMills_Background_Docs
Finalmente, o resumo executivo do relatório
inicial de impactos cumulativos elaborado por Malcom Pirnie e Pacific
Consultants, e que serviu de base para os demais relatórios,
conforme o que relatamos, está também disponível
no website do IFC no endereço a seguir:
http://www.ifc.org/ifcext/lac.nsf/AttachmentsByTitle/Uruguay_PulpMills_Part1/$FILE/CIS_Part1_UruguayPulpMills.pdf
Relatório
sobre o impacto cumulativo apresentado pela empresa Hatfield
Consultants e elaborado por L.Wayne Dwernychuck e Neil
McCubbin:
http://www.ifc.org/ifcext/lac.nsf/AttachmentsByTitle/Uruguay_ExpertsReport_Oct06/
$FILE/Uruguay_ExpertsReport_Oct06_English.pdf (Inglês)
http://www.ifc.org/ifcext/lac.nsf/AttachmentsByTitle/Uruguay_ExpertsReport_Oct06_Spanish/
$FILE/Uruguay_ExpertsReport_Oct06_Spanish.pdf (Espanhol)
Relatório
da empresa de consultoria canadense EcoMetrix, atualizando o
estudo de impacto cumulativo em função das recomendações do
relatório Hatfield:
http://www.ifc.org/ifcext/lac.nsf/AttachmentsByTitle/Uruguay_CIS_Oct2006/
$FILE/Uruguay_CIS_Oct2006.pdf (Inglês)
Um
outro projeto de fabricação de celulose de mercado de eucaliptos
e que está sendo bastante divulgado como uma das empresas de tecnologia
das mais avançadas em termos ambientais é o da empresa australiana Gunns
Limited. A nova fábrica estará localizada na
Tasmânia, em uma região de muita beleza natural e atratividade
para o turismo. Por essa razão, foram e estão sendo
feitos extensivos estudos
para a aprovação do relatório de impacto ambiental e concessão
da licença de instalação. Os parâmetros de controle ambiental foram
cuidadosamente avaliados para que o impacto da fábrica fosse mínimo.
A empresa tem-se referido a esse projeto como o da "fábrica de
celulose mais verde do mundo". Algo que precisaria ser melhor avaliado
com outras fábricas igualmente muito verdes.
Conheçam
mais sobre a empresa Gunns e seu projeto conhecido como Bell
Bay em:
http://www.gunnspulpmill.com.au (Inglês)
http://www.gunnspulpmill.com.au/iis/default.htm (Draft
do Estudo de Impacto Ambiental, em Inglês)
http://www.gunns.com.au/downloads/FMS_10_LR.pdf (Inglês)
http://www.pulpmill.tas.gov.au/factsheets/TheFacts.pdf (Inglês)
http://www.rpdc.tas.gov.au/projects_state_signif/pulp_mill/pm_docs/pm_index.htm (Inglês)
http://www.rpdc.tas.gov.au/projects_state_signif/pulp_mill/pm_dwnl/Project_Scope_Revised_260805.pdf
(escopo
do projeto de Bell Bay, em Inglês)

Legislação Ambiental para Modernas
Fábricas de Celulose: Estudos pelo
Governo da Tasmânia
O
projeto Bell Bay da Gunns Ltd. demandou das autoridades australianas
amplos estudos de viabilidade técnica, ambiental, econômica e social.
Tudo isso está sendo feito com a maior transparência possível através
de websites especialmente destinados a prover essas informações
para a sociedade e partes interessadas em conhecer mais sobre o
projeto:
http://www.rpdc.tas.gov.au/projects_state_signif/pulp_mill/pm_docs/pm_whats_new.htm
e também http://www.pulpmill.tas.gov.au/index.htm
Dentre
os objetivos dos estudos estão a busca das melhores tecnologias
e práticas ambientais para serem implementadas na fábrica e também
um estudo rigoroso da legislação mundial para fábricas similares
com a finalidade de se estabelecerem os parâmetros e diretrizes
de controle ambiental para a nova fábrica. A RPDC - Resource
Planning & Development Commission consiste em uma comissão
independente que teve a missão de coordenar esse estudo. Para isso
ela se apoiou em um painel de experts internacionais muito bem
qualificado. A meta é se ter uma fábrica de celulose na Tasmânia,
mas que ela seja moderna, com a melhor tecnologia disponível e
o mínimo impacto ambiental. Para acompanhar os trabalhos existe
muita transparência, sendo que a RPDC aceita contribuições das
partes interessadas através de uma espécie de fórum qualificado.
Uma grande parte do trabalho de avaliação do escopo proposto
pela empresa, seus impactos possíveis e a forma de se garantir
que atendam às mais rigorosas legislações mundiais esteve a cargo
da Beca Amec, uma empresa de consultoria. Muito do que foi feito
esteve sob a coordenação de nosso amigo Roberto Miotti. Os estudos
disponibilizados são inúmeros e valiosíssimos, absolutamente imprescindíveis
nos dias de hoje para servir de suporte às fábricas de celulose
de eucalipto, independentemente de onde estejam localizadas.
A
documentação de legislação ambiental envolve um amplo estudo de
legislações para fábricas similares pelo mundo e a definição de
diretrizes para o estado australiano da Tasmânia. Não deixem de
navegar nesses documentos, são definitivamente imprescindíveis
a qualquer técnico do setor:
http://www.rpdc.tas.gov.au/BEKM/pages/bekm_final_report.htm (Inglês)
http://www.rpdc.tas.gov.au/BEKM/pages/bekm.htm (Inglês)
http://www.rpdc.tas.gov.au/BEKM/docs/Final_Report_Vol1.pdf (Inglês)
http://www.rpdc.tas.gov.au/BEKM/docs/Final_Report_Vol2.pdf (Inglês)
O
escopo dos trabalhos de avaliação do impacto ambiental estão cobertos
em uma série de documentos que também merecem ser lidos:
http://www.rpdc.tas.gov.au/projects_state_signif/pulp_mill/pm_docs/pm_reports_publications.htm (Inglês)
http://www.rpdc.tas.gov.au/projects_state_signif/pulp_mill/pm_dwnl/
Report_on_Final_Scope_Guidelines_for_the_IIS.pdf (Inglês)
http://www.rpdc.tas.gov.au/projects_state_signif/pulp_mill/pm_dwnl/Final_IIS_guidelines2.pdf (Inglês)
http://www.rpdc.tas.gov.au/projects_state_signif/pulp_mill/pm_dwnl/Further_comment_24_10_05.pdf (Inglês)
http://www.rpdc.tas.gov.au/projects_state_signif/pulp_mill/pm_dwnl/Draft_Guidelines_060405.pdf (Inglês)
http://www.rpdc.tas.gov.au/projects_state_signif/pulp_mill/pm_dwnl/
Integrated_Assessment_Information_Brochure_130706.pdf (Inglês)
Outros
documentos muito interessantes e riquíssimos em informações foram
também disponibilizados pelo RPDC e por um outro website especialmente
criado pelo governo do estado da Tasmânia para oferecer transparência
sobre o projeto para as comunidades e partes interessadas (http://www.pulpmill.tas.gov.au/index.htm):